Assessoria de imprensa para advogados: autoridade que a publicidade não compra

 

Existe uma diferença enorme entre um advogado dizer que é especialista e um jornal apresentá-lo como especialista. A primeira é publicidade; a segunda é reputação. E a segunda vale muito mais, justamente porque não parte do próprio interessado.

É esse o trabalho da assessoria de imprensa: fazer com que o escritório seja procurado por veículos de comunicação como fonte, referência e voz de autoridade em sua área. Uma citação numa reportagem confiável constrói credibilidade que anúncio nenhum consegue comprar.

 

Por que a imprensa pesa mais que o anúncio

Quando o próprio escritório se elogia, o público desconta: é esperado que ele fale bem de si. Quando um veículo independente o procura para comentar um tema, o efeito é outro — a credibilidade do veículo se transfere para o advogado. Ele deixa de ser alguém que se afirma competente e passa a ser alguém que o mercado reconhece como competente.

Essa validação de terceiro é o ativo mais difícil de construir em marketing e o mais valioso na advocacia, onde a decisão de contratar é movida por confiança.

 

O que a assessoria de imprensa faz na prática

–     Posiciona o advogado como fonte para jornalistas que cobrem temas da sua área.

–     Prepara e distribui conteúdo relevante para a imprensa: análises, comentários sobre novas leis, pareceres sobre decisões.

–     Constrói relacionamento com veículos e repórteres ao longo do tempo.

–     Aproveita a agenda — mudanças legais, casos em pauta — para colocar o escritório na conversa pública.

–     Prepara o advogado para dar boas entrevistas, com clareza e sobriedade.

 

A OAB permite — e valoriza esse caminho

Comentar temas jurídicos na imprensa é uma das formas mais tradicionais e bem aceitas de o advogado demonstrar conhecimento. O Provimento 205/2021 permite a demonstração de expertise e a publicidade digital ética; a presença na imprensa, feita com sobriedade, se encaixa perfeitamente.

O que continua vedado vale aqui também: o advogado não usa a entrevista para prometer resultado, captar clientela de forma agressiva, comentar caso próprio sob sigilo ou se comparar a colegas. Ele fala do tema, não de si como vendedor.

 

O limite do sigilo e da sobriedade

A imprensa adora o caso concreto, e é justamente aí que o advogado precisa de firmeza. Comentar a tese em abstrato, explicar o que a lei diz, analisar uma decisão pública — tudo isso é possível. Falar do próprio cliente ou do próprio processo, não.

Um bom assessor entende essa fronteira e protege o advogado dela. A autoridade se constrói comentando o direito, nunca expondo o cliente.

 

É construção de longo prazo, não evento único

Aparecer uma vez num veículo é bom; ser reconhecido como fonte recorrente é transformador. A imprensa confia em quem já se mostrou confiável, e essa relação se constrói ao longo do tempo, com disponibilidade e consistência.

O escritório que se torna referência habitual em sua área colhe um efeito composto: cada aparição reforça a anterior, e o nome vai se consolidando na memória do mercado e dos próprios jornalistas.

 

A imprensa alimenta todo o resto

Uma citação na imprensa não vive só no jornal. Ela vira conteúdo para o LinkedIn, prova de autoridade no site, reforço na conversa com o cliente. O que a imprensa gera, os outros canais amplificam.

Por isso a assessoria de imprensa não é uma peça isolada, e sim uma fonte de credibilidade que abastece toda a presença digital do escritório.

A Radar do Marketing constrói a presença de escritórios na imprensa como base de autoridade, sempre dentro do que a advocacia permite. Há 25 anos ajudando marcas a serem respeitadas.

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