Como um escritório de advocacia vira fonte para a imprensa
Todo jornalista que cobre economia, trabalho, consumo ou negócios precisa, mais cedo ou mais tarde, de um advogado que explique o lado jurídico de uma pauta. A pergunta é: quando essa hora chegar, será o seu escritório que ele vai procurar? Virar fonte não acontece por acaso. É uma posição que se conquista.
A boa notícia é que o caminho é claro e está totalmente ao alcance de um escritório sério. Ele depende menos de contato e mais de confiabilidade — e essa você pode construir.
O que o jornalista procura numa fonte
Repórter trabalha sob pressão de prazo e precisa de fontes que resolvam o problema dele: alguém que responda rápido, explique com clareza e não o coloque em risco com informação imprecisa. A competência jurídica é pré-requisito, mas o que fideliza é a confiabilidade prática.
Fonte boa é fonte que atende, que traduz o juridiquês para o leitor comum e que não some quando o assunto fica delicado. O escritório que oferece isso é chamado de novo.
O que constrói essa reputação
– Disponibilidade: responder ao contato do jornalista com agilidade, mesmo quando a resposta é curta.
– Clareza: explicar o direito em linguagem que o leitor entenda, sem jargão.
– Objetividade: dar a informação de que o repórter precisa, sem enrolação.
– Confiabilidade: nunca afirmar o que não se pode sustentar; corrigir quando necessário.
– Consistência: estar presente ao longo do tempo, não só quando convém.
Como o assessor abre essas portas
O escritório raramente tem tempo ou relacionamento para se aproximar da imprensa sozinho. É aí que entra a assessoria: ela conhece os veículos, os jornalistas e as pautas, e faz a ponte entre a expertise do advogado e a necessidade do repórter.
O assessor também identifica o momento certo — a mudança na lei, o caso em evidência, a data que traz o tema à tona — e posiciona o advogado como a voz disponível para comentar. Oportunidade, na imprensa, é metade timing.
A preparação para a entrevista
Ser boa fonte inclui saber dar entrevista. Falar para a imprensa é diferente de falar num tribunal ou com um cliente: exige síntese, linguagem acessível e sensibilidade para o que vira manchete. Uma frase mal colocada pode ser descontextualizada.
A assessoria prepara o advogado para isso — antecipa perguntas, ajuda a construir respostas claras e alerta sobre os limites, especialmente os do sigilo. Entrevista boa é entrevista preparada.
Os limites que protegem o advogado
Virar fonte não pode custar a ética. O advogado comenta o tema, não o próprio caso; explica a lei, não promete desfecho; analisa uma decisão pública, não expõe cliente. Esses limites, longe de enfraquecer, reforçam a credibilidade — o especialista sóbrio é mais confiável que o que fala demais.
Um bom assessor conhece essas fronteiras e mantém o advogado dentro delas, protegendo tanto a reputação quanto o cumprimento da norma da OAB.
A Radar do Marketing posiciona escritórios como fontes confiáveis da imprensa, preparando o advogado e construindo a relação com os veículos, dentro do que a advocacia permite.
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